CAMPEONATO PARAIBANO DE BEACH TENNIS
Inscrições ->https://LetzPlay.me/t/5689

⏰Chegou a hora. A Federação de Beach Tennis da Paraíba e a Confederação Brasileira de Beach Tennis anunciam o primeiro #paraibanodebeachtennis – nos dias 01, 02, 03 e 04 de setembro, na @arenaparkjp em João Pessoa.

🟢 O torneio marca a pontuação do ranking Paraibano e a organização do esporte na paraíba. Serão 25 categorias em disputa com chaves previamente limitadas – nos níveis PRO; A; B; C e D. Além das categorias por faixa etária. 

🟡 As inscrições serão abertas nesta quarta-feira, 27 de julho, a partir das 23h, no #LetzPlay – onde será divulgado todo o regulamento da CBBT para o torneio. 

🔴 Atenção para a restrição prévia das vagas e formação da lista de espera na Lezplay. 

🔵 Agradecemos a todos que acreditam e investem no crescimento do Beach Tennis e, por isso, estão ao nosso lado desde o lançamento do @circuitodasestacoesjp. Juntos escreveremos uma grande história para o esporte na Paraíba.

HISTÓRIA DO “BT”: Como surgiu o Beach Tennis no Brasil? 

O Beach Tennis é um dos esportes que mais cresce no Brasil segundo a Confederação Brasileira de Beach Tennis.Mais da metade dos estados brasileiros estão se estruturando com formações de federações de Beach Tennis como o estado da Paraíba, que acaba de criar a FBTPB (Federação de Bach Tennis da Paraíba). 

O Beach Tennis apresenta uma junção de algumas modalidades como o tênis de campo, vôlei de praia e o frescobol, que serviram de base para que o esporte fosse criado após alguns incrementos nas regras, dimensões da quadra e no terreno de jogo. 

O Beach Tennis teve início nas praias italianas em meados da década de 1970, sem regras definidas e com quadras delimitadas por linhas e/ou redes. As primeiras competições registradas foram organizadas sem regras universais, até que em 1996 a modalidade apareceu de forma mais organizada, com quadras em dimensões fixas de 16 por oito metros, e uma rede de 170 centímetros de altura dividindo os lados.

Atualmente, o esporte é praticado em praias, academias, clubes e parques, não se restringindo apenas às cidades litorâneas.

Referência:

GUIDUCCI, Adriano; DANAILOF, Katia; ARONI, André Luis. Beach Tennis: a opinião de professores e atletas sobre a modalidade. Coleção Pesquisa em Educação Física, Várzea Paulista, v. 18, n. 1, p. 25-32, 2019.

BEACH TENNIS QUEIMA 600 CALORIAS POR HORA E FORTALECE O CORPO TODO

Criado na Itália na década de 1980, o beach tennis (ou tênis de praia) chegou ao Brasil por volta de 2008 e vem ganhando cada vez mais adeptos. Segundo Jorge Bierrenbach Senra Junior, vice-presidente da CBBT (Confederação Brasileira de Beach Tennis), o número de atletas cadastrados na entidade aumentou 50% nos últimos três meses e estima-se que hoje existam mais de 200.000 praticantes no país. “A busca pelo esporte é imensa e cresce diariamente, mesmo com a pandemia”, afirma.

Falando no coronavírus, o fato de esse esporte —que pode ser jogado sozinho ou em dupla— ser realizado ao ar livre e não ter contato físico entre os jogadores fez com que muita gente aderisse à modalidade para combater o sedentarismo sem se um grande risco de contrair covid-19. E não pense que o beach tennis é uma boa opção apenas para quem está no litoral. Em algumas cidades afastadas da praia, como São Paulo, é possível praticar a modalidade em clubes e também encontrar quadras para alugar..

– Alto gasto calórico A modalidade exige movimentação intensa dentro da quadra, o que proporciona uma grande queima de calorias. O gasto energético no beach tennis é turbinado pelo fato de o esporte ser praticado na areia fofa, que exige bastante esforço da musculatura das pernas quando o atleta se locomove. Estima-se que em uma hora de jogo o consumo calórico médio seja de 600 calorias.

– Fortalecimento muscular Todos os grupos musculares são muito exigidos durante as partidas, mas o destaque fica para as pernas, já que elas precisam trabalhar bastante no momento de correr para pegar a bolinha. Missão que fica ainda mais complicada por causa da areia. A instabilidade gerada pelo solo macio faz com que você recrute bastante os músculos do core (região formada pelo abdome, pela lombar e pelo quadril) para manter o equilíbrio e o corpo estável. Já braços e ombros são trabalhados nas raquetas. “É importante ressaltar que, devido à grande exigência muscular proporcionada pela areia, quem está muito acima do peso ou fora de forma precisa pegar leve no início, para evitar sofrer com muitas dores ou lesôes”

– Baixo impacto nas articulações Mais uma vantagem proporcionada pelo solo macio da quadra, que ajuda a amortecer as passadas e as aterrissagens dos saltos, reduzindo a carga nos tornozelos, joelhos e quadril.

– Aumento do foco e da concentração O atleta precisa se manter o tempo todo ligado para acompanhar as jogadas do oponente e se preparar para rebater a bolinha, desenvolvendo essas duas capacidades.

– Ganho de agilidade e coordenação motora Durante o jogo é preciso se movimentar rapidamente, além de ter muita coordenação motora para equilibrar os movimentos dos membros superiores e inferiores e bater adequadamente na bolinha com a raquete.

– Melhora do condicionamento aeróbico Muito fôlego, explosão e resistência são exigidos, pois o atleta se movimenta bastante pela quadra e ainda precisa de bastante explosão para dar as raquetadas e saltar, quando necessário.

– Redução do estresse Além de liberar endorfina, um neurotransmissor ligado ao bem-estar, o que acontece com as atividades físicas em geral, a modalidade é divertida e favorece a socialização.

– Pode ser feito por pessoas de todas as idades “Trata-se de um esporte fácil de aprender e jogar, que é muito agregador. Na mesma quadra em que estão atletas de 8, 9, 10 anos, encontramos jogadores de 70 anos, por exemplo. Muitas vezes, a família toda fica envolvida nas competições”, diz Jeferson Pinto, coordenador de beach tennis da CBT (Confederação Brasileira de Tênis).

Matéria escrita por VivaBemUol